ACER TRIDENTE


Família: Aceraceae

Origem: Existem aproximadamente 200 espécies do gênero, sendo que a maioria são originárias das regiões temperadas do hemisfério Norte.

Características: O ácer tridente está entre as espécies de ácer mais resistentes e de fácil cultivo. Sua ramificação fina e compacta somado ao incrível poder de redução das folhas o tornam ideal para a prática do bonsai. Kaede, seu nome em japonês, significa pé-de-sapo devido o formato de suas folhas que são dispostas aos pares. Seus ramos são verdes quando jovens, mas tornam-se acinzentados quando maduros. A rara floração desta espécie se dá na primavera e quando fecundadas geram pequenas sementes aladas. O cultivo desta espécie como bonsai nos possibilita acompanhar as 4 estações do ano incidindo sobre sua folhagem, pois durante a primavera estas brotam em coloração verde claro, no verão estão totalmente maduras, no outono tornam-se vermelhas e no inverno desprendem-se dos ramos e revelam a bela estrutura de uma árvore em aspecto invernal.

Ambiente: Ama os ambientes frescos e úmidos. Nos ambientes quentes e secos, ocasionalmente, pode ocorrer a queima das folhas com grande facilidade. Na semi-sombra crescem melhor, mais rapidamente e com mais vigor. As plantas jovens e de espécies japonesas não toleram as geadas e devem ser protegidas no inverno. Os ventos frios constantes fazem com que os brotos cresçam escassos e irregularmente.

Rega: Estas espécies requerem regularmente muita água devido à sua folhagem densa e frondosa. Em períodos quentes pode ser necessário molhar mais de uma vez ao dia, desde que a terra tenha uma boa drenagem, pois estas espécies não toleram o solo constantemente encharcado. No viveiro deve-se regar somente quando o solo estiver levemente seco. Borrifar as folhas com frequência, principalmente se a árvore encontra-se em um ambiente muito seco e exposto diretamente ao sol.

Adubo: Do início da primavera até o final do outono, recomenda-se que utilize o "Ciclo de Adubação”, especialmente elaborado para a nutrição adequada do bonsai. Não adube no inverno, nem plantas debilitadas ou recém transplantadas.

Transplante: De uma maneira geral, deve-se transplantar a cada dois ou três anos, eliminando 1/3 das raízes e procurando também eliminar cuidadosamente raízes mortas, lesionadas ou mal formadas. O transplante se realizará antes da brotação, cuidando para que, no período após o transplante e antes dos brotos novos surgirem o solo não fique encharcado, pois este fator poderia acarretar no apodrecimento das raízes. Os bonsai de acer necessitam de um solo com uma boa drenagem, sendo recomendado muitas vezes uma mistura de até 50% de areia média peneirada.

Poda: As de estrutura deverão ser feitas no inverno quando a planta estiver sem folhas, levando-se em consideração que uma boa poda estrutural proporcionará uma melhor brotação primaveril. Para conservar a forma, pinçam-se repetidamente os novos brotos desde a primavera até o verão. Somente quando se deseja um maior crescimento, deixa-se os brotos alcançarem a longitude desejada e só então pinça-se novamente. Devido a oposição das gemas, cada novo broto produzirá uma ramificação bifurcada, o que não é conveniente. Para evitar que isso ocorra, deve-se então eliminar a gema inoportuna antes que esta se desenvolva. Durante o período vegetativo (de crescimento), deve-se podar os brotos com maior desenvolvimento, reduzindo-os sempre ao 1º ou 2º pares de folhas.

Aramação: O acer é uma das plantas com a casca mais delicada, por isso devemos prestar muita atenção para que o arame não marque o tronco. Procurar enrolar o arame cuidadosamente deixando-o ligeiramente folgado. Quando se arama um acer deve-se observar o crescimento dos ramos, que algumas vezes poderá ser bastante rápido, causando o seu estrangulamento. O ideal é aramar no outono, quando a árvore perde as folhas, tornando mais fácil a colocação do arame e deixá-lo durante todo o inverno. Também é possível aramar na primavera, desde que sejam observadas as regras de segurança necessárias. Recomenda-se que se utilize as técnicas de aramação somente quando as outras técnicas de condução já tiverem sido aplicadas.

Dicas: É habitual se fazer a desfolha do acer cortando-se o pecíolo da folha pela metade com uma tesoura bem afiada e nunca arrancando-as. A melhor época é quando as folhas amadurecem da brotação primaveril, ou seja, final de dezembro começo de janeiro. Com este processo conseguimos uma redução significativa no tamanho das folhas, melhorando a proporção da árvore assim como garantindo uma coloração mais duradoura e intensa no outono. Este método também é utilizado para melhorar a ramificação dos galhos. Possui uma leve sensibilidade a fungos, com já mencionado prefere solo drenado.

IMPORTANTE: Nunca se deve desfolhar uma planta debilitada.


 
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